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segunda-feira, 7 de março de 2011

Tudo é substituível!

Meus caros leitores, este é um fato em nossa vida: não existem pessoas insubstituíveis!!!

Um dia, quando você se achar muito importante...
Um dia, quando seu ego estiver no apogeu...
Um dia, quando você tiver plena certeza de que não há ninguém melhor que você...
Um dia, quando você acreditar que sua partida deixou um vazio que não poderá ser preenchido...
Siga estas instruções bem simples:
>> Pegue um balde; encha-o com água quase até a borda; coloque sua mão lá dentro, até o fundo; tire-a.
O buraco que ali permanecer terá o tamanho da falta que você me faz. MAS... Pare, e veja que tudo ficou como então, não há buraco!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Reflexão sobre o casamento


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para lhe dizer.” Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver o sofrimento em seus olhos. De repente, eu também fiquei sem palavras, no entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando, eu queria o divórcio e abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?” Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “Você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim de nosso casamento, mas eu não tinha uma resposta satisfatória, meu coração não pertencia mais a ela e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações de minha empresa. Ela tomou o papel de minha mão e rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim.
Fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás no que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e encontrei-a sentada à mesa, escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane. Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos da forma mais natural possível. Suas razões? Nosso filho faria os exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepara-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento dos pais. Isso me pareceu razoável.
Mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” e suas palavras me causaram constrangimento.
Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para nosso filho sobre o divórcio.” Eu balancei a cabeça, mesmo discordando, e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava, a cada dia, mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim.” Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso. Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração.
Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos. Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe.” Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa.
Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto de meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento. Mas o seu corpo tão magro me deixou triste.
No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo.”
Eu não consegui dirigir para o trabalho. Fui até meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia, subi as escadas e bati na porta do quarto. Jane abriu a porta e eu disse a ela: “Desculpe, Jane, eu não quero mais me divorciar.”
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe, Jane, Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.”
Jane então percebeu que era sério, deu um tapa em meu rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar. Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu a carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe.”
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta. Ela estava com câncer e vinha se tratando há vários meses, mas eu estava muito ocupado com a outra para perceber que havia algo errado. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio, e prolongou nosso casamento para proporcionar a nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
(autoria desconhecida)

Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Why?

Inicio deixando uma questão para reflexão:
"Por que nós mulheres não aprendemos com os erros do passado quando se trata de sentimentos?"
Vejam bem. Conhecemos alguém; começamos a sair; dizemos que não vamos nos apaixonar, mas acontece; dá tudo errado (é, caros leitores, nós trocamos os pés pelas mãos e acaba dando em besteira); sofremos; dizemos que nunca mais passaremos por isso, mas é mentira, pois basta outro cara nos dar um sorrisinho simpático.
O que há conosco? Se vamos sentir o mesmo por outro, se vamos nos apaixonar novamente, por qual motivo passamos um bom tempo negando a realidade e falando coisas horríveis sobre os homens, como se eles fossem os culpados por nossa incapacidade de superar o fim de um relacionamento (isso quando há um relacionamento)?
É tão interessante quando você para e analisa friamente. Não, na verdade chega a ser ridículo de nossa parte, agindo sempre com tanto sentimentalismo e tanta fúria, quando basta um olhar e um sorriso ternos para nos fazer esquecer e mudar completamente.
Então, eu questiono, por que ainda não aprendemos a ser práticas e racionais? Será mesmo assim tão difícil entender que o que passou, passou, e que o futuro sempre nos reserva algo (e alguém) melhor, bastando dar uma chance para isso acontecer?
Mulheres, vamos parar com essa mania de criticar o outro, como se ele fosse a fonte de todos os problemas; e vamos olhar mais para nossas atitudes, sendo críticas de nós mesmas. Quem sabe, exigindo do outro somente aquilo que somos capazes de dar, não cometamos tantos erros (ou melhor, os mesmos erros).
Minha motivação para dizer isso tudo agora? Filmes que assisti, pessoas que escutei, experiências que vivi, coisas assim... Estou tentando mudar minhas atitudes, vamos ver no que vai dar.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

No silêncio dos meus sentidos...

A paz que procuramos está no silêncio que não fazemos...
No dicionário, silêncio significa “ausência completa de ruídos; estado de quem se cala ou se abstém de falar; sossego, descanso” e por aí vai...
Mas eu me pergunto, estamos mesmos preparados para exercitar tão nobre arte? Conforme expus anteriormente, algumas atitudes nos levam à reflexão (como o ato de permanecer só), nos acompanham em nossa intimidade e, muitas vezes, delineiam traços de nossa personalidade, influenciando decisivamente nossas atitudes diante da vida.
Caro leitor, eu acredito que, assim como não lidamos bem com a solidão, também nos esquecemos de valorizar corretamente o silêncio. A maior prova está no fato de ligarmos o rádio ou a televisão quando estamos sós e em silêncio.
No mundo moderno (será que é tão moderno mesmo?), o ruído tornou-se um “remédio” para a solidão, uma válvula de escape, uma espécie de droga acústica. Mas, na realidade, a solidão pode representar a ânsia por algo que não deve ser abafado pelo ruído, mas exercitado em si mesmo. Se, tranqüilamente, investimos no silêncio que rodeia a solidão, poderemos chegar às conclusões para muitos dos questionamentos que permeiam os solitários de plantão.
Muitas vezes temos medo da solidão, o que me leva a perguntar: será que também temos medo do silêncio? Eu só posso falar por mim, digo que já falei demais, porém, com muito custo, venho aprendendo a me calar... Confesso que ainda tenho explosões bem barulhentas, mas enfim, acontece, o que importa é que estou dando preciosos passos em direção ao autoconhecimento e ao autocontrole...
Quanto a vocês, sugiro que, em vez de continuar a navegar na net, desliguem seus computadores, fechem os olhos e, no silêncio, pensem, sobretudo, interiorizem sua espiritualidade. Para ajudá-los nessa reflexão, aí está um pequeno versículo da Bíblia que se encontra no livro dos Salmos: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus”.
Digo mais, foquem nestas palavras: “aquietai-vos”. Fujam de todo o barulho e, com o coração tranqüilo, busquem desenvolver a espiritualidade. Se vocês acreditam em Deus, como eu, procurem ouvi-lo, no silêncio, procurem entendê-lo...
Por fim, levo-os a lembrar (e espero que nunca esqueçam) que até em silêncio podemos conseguir efetuar mudanças, influenciar pessoas e acontecimentos relevantes. Um exemplo bem atual é o de Aung San Suu Kyi que foi posta em reclusão há quase 10 anos, mas que continua a incentivar os Birmaneses
a lutar por um país democrático e ético.

Penso 99 vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho no silêncio – e eis que a verdade se revela!
Albert Einstein